domingo, 10 de agosto de 2008

Indiada em Torres/RS

Neste último final de semana (01/08/2008), nossos três destemidos desbravadores, Felipe, Valério e Frank, rumaram a uma emocionante expedição no litoral norte do RS, na praia de Torres, divisa com Santa Catarina. Com saída de Porto Alegre, a viagem até a mais bela praia do litoral gaúcho demorou quase quatro horas, num pinga-pinga dos infernos (nunca mais pego o busão mais barato!).
Da rodoviária de Torres até o camping são 1,5Km, fácil de ir caminhando. Nosso quartel general foi montado no camping das Furnas do lado da praia da Cal. Obviamente apenas nós três.
Na primeira noite, sexta-feira, montamos as barracas e fizemos a janta; depois de tudo pronto e o bucho cheio, fizememos um chimarrão e fomos caminhar na praia. Uma chuvinha fina caía quando já chegavamos aos molhes, divisa com o pestilento município catarina de Passo de Torres. Na volta o Felipe preparou um quentão que entrou para o livro dos records como o PIOR QUENTÃO DO MUNDO! Diarréia garantida, ou seu quentão de volta. Na madrugada caiu um belo caldo, e nós achamos que o final de semana estava perdido.
Sabadão amanheceu com um belo dia de sol, calor, brisa soprando, mar azul e muitos urubus sob nossas cabeças. Depois de um belíssimo café da manhã, a destemida equipe foi bater perna pelo parque das Furnas, lindas fotos, que você confere no meu Orkut. A noite caía (mas não se machucava) e a galera foi para um happy hour. Depois de algumas cervejas, picadinhos e cinco rodadas de sinuca, que você confere no meu Orkut, a sinuca ganhei uma eperdi o resto. Na madrugada um vinho chileno, cordialmente ofertado pelo Valério, e que por pouco nao virou quentão. A galera dormiu grogue e feliz.
Domingo amanheceu com cara de bunda, nublado e ventando, o acamps foi desmontado e a galera deitou o cabelo, de mochila nas costas foi fazer a última caminhada de despedida, o vento empurrava tava sem-vergonha, bagunçou todo o meu penteado.
Depois de tudo isso, a gente voltou pra casa. Fim.

Perdi o fio da história, acabou assim msm, e nesse clima litorâneo, voltarei em breve com mais pensamentos xoxonoiê.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Qual seu desenho animado preferido?


Desenho bom, na minha opinião, é aquele feito todo a mão, desenhado na celulose, colorido artesanalmente, com uma trilha sonora elaborada. Hoje em dia, todos esses desenhos que passam nos Cartoons da vida, são feitos a toque de caixa, em alguma mega indústria de animação tailandesa, provavelmente por um salário pior que o meu de estágiário e com mão de obra de criançinhas escravas (ehehehehe). Disnye, Warner, e Hanna-Barbera, são com certeza os preferidos entre o público com mais de 25 anos. Pernalonga, Patolino, Manda chuva (dublado pelo Lima Duarte! Acreditem), os Flintstones, e mais um balaio de personagem que povoam as nossas lembranças de infância, e desenhados por mestres da animação, que não foram superados até hoje. Nem o mais moderno computador da Pixar, consegue reproduzir a sutileza das mãos desses mestres.
Todo esse rodeio pra propôr uma listinha bem bacana. Qual dos desenhos antigos você gostava mais? Eu lembro de um episódio do Picolino, onde o urso polar embala o cão de guarda do navio ao som de uma canção de ninar, sensacional, fucei nos torrents da vida e encontrei essa pérola, dei muita risada. Agora estou organizando a minha listinha mental dos melhores episódios de desenho animado desta minha existência de 27 anos. Pensem nisso, e vamos publicar os cinco melhores de cada um. Confira o episódio no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=bp0xTbsOoMw

Pensem nisso, enquanto eu volto em breve com mais pensamentos xoxonoiê.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A máquina de bater retratos


Pois é pessoal, eu todo metido a "old school" ouvindo walkman com fita cassete e defendendo com unhas e dentes os meus velhos LP´s, saudosista de um tempo analógico, onde as coisas ou eram mecânicas ou eram magnéticas, fui obrigado a comprar uma câmera digital. Explicarei os reais motivos nos proximos parágrafos, acompanhem...

Cada vez que eu ia sair, seja pra acampar, ou para dar um passeio, tinha que pedir a câmera de minha santa mãezinha, que cheia de dedos me dizia assim:

- Guri, cuida dessa máquina, eu ainda não paguei, faltam mais 10 prestações, vão te roubar, você vai deixar cair, você vai esquecer ela em algum lugar, vai arranhar, etc, etc, etc. Resumindo, eu dava uma bela uma broxada na minha vontade de tirar uma simples e singela fotinho, para guardar pra posteridade. Me pergunto se os irmão Lumierre sofriam isso com a mãe deles.

A gota d´agua, foi no dia em que minha irmã, apagou por acidente (ou não) todas as fotos que minha mãe fez em sua última viagem pra Argentina. Deu-se a melódia, e minha estimada proooojenitora abriu a maior boca já vista pelo homem até os dias de hoje, Foi o suficiente.

Hoje, comprei minha pequena, porém singela máquina de bater retratos digital, foi buxa pra fazer funcionar, afinal de contas sou de um mundo onde as coisas são movidas a corda, mas já domestiquei a bichinha.
Voltarei em breve com mais pensamentos xoxonoiê e fotinhos digitais, kkkkk :)